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Resenha: Enforcer - Zenith (2019)

Por: Rafael Lemos

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Mudança de sonoridade
2.5
09/05/2019

O Enforcer é uma das melhores bandas da cena Metal dos dias de hoje. Até então, contava com quatro álbuns de estúdio, um melhor do que o outro sendo, ao meu ver, "From beyond" o melhor deles.
Porém, Olof Wikstrand e sua turma deixaram a desejar neste novo trabalho. Se antes as músicas seguiam uma linha Heavy Metal tradicional com influências de Speed Metal e um pouco de Hard Rock oitentista, desta vez o Speed Metal ficou esquecido, o Heavy Metal pouco lembrado e o que predominou foi o Hard Rock. Isso não seria ruim, pois adoro esse gênero. Acontece que a banda compôs músicas pouco inspiradas e previsíveis que pouco lembram as excelentes canções do passado. "Zenith" não é o Enforcer que queremos ouvir.
Os pontos positivos existem. As músicas "Searching for you" e principalmente "Thunder and Hell" (a melhor do álbum) poderiam estar em quaisquer trabalhos anteriores que seriam bem recebidas pelos fãs. Entre as novas composições, "Die for the devil" é ótima, um Hard muito cativante. Além disso tudo, todos os integrantes estão tocando de forma magistral - vale citar que estão com um novo integrante, Jonathan Nordwall, nas guitarras. A produção também ficou muito boa.
Porém, a maioria das músicas são desistimulantes. "The end of the universe", a cansativa "Regrets" e principalmente "Sail on" (a pior do disco) são músicas abaixo do que o Enforcer costuma apresentar.
A edição brasileira consta com uma bônus, "To another world", que sugiro passar bem longe.

Enfim, é melhor ouvir os trabalhos anteriores enquanto o Enforcer não encontrar o caminho de volta.

Mudança de sonoridade
2.5
09/05/2019

O Enforcer é uma das melhores bandas da cena Metal dos dias de hoje. Até então, contava com quatro álbuns de estúdio, um melhor do que o outro sendo, ao meu ver, "From beyond" o melhor deles.
Porém, Olof Wikstrand e sua turma deixaram a desejar neste novo trabalho. Se antes as músicas seguiam uma linha Heavy Metal tradicional com influências de Speed Metal e um pouco de Hard Rock oitentista, desta vez o Speed Metal ficou esquecido, o Heavy Metal pouco lembrado e o que predominou foi o Hard Rock. Isso não seria ruim, pois adoro esse gênero. Acontece que a banda compôs músicas pouco inspiradas e previsíveis que pouco lembram as excelentes canções do passado. "Zenith" não é o Enforcer que queremos ouvir.
Os pontos positivos existem. As músicas "Searching for you" e principalmente "Thunder and Hell" (a melhor do álbum) poderiam estar em quaisquer trabalhos anteriores que seriam bem recebidas pelos fãs. Entre as novas composições, "Die for the devil" é ótima, um Hard muito cativante. Além disso tudo, todos os integrantes estão tocando de forma magistral - vale citar que estão com um novo integrante, Jonathan Nordwall, nas guitarras. A produção também ficou muito boa.
Porém, a maioria das músicas são desistimulantes. "The end of the universe", a cansativa "Regrets" e principalmente "Sail on" (a pior do disco) são músicas abaixo do que o Enforcer costuma apresentar.
A edição brasileira consta com uma bônus, "To another world", que sugiro passar bem longe.

Enfim, é melhor ouvir os trabalhos anteriores enquanto o Enforcer não encontrar o caminho de volta.

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