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Resenha: Trigger - Trigger (2017)

Por: Diógenes Ferreira

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É festa Glam em Salvador!
3.5
12/04/2019

O apelo visual sempre norteia uma banda de rock, seja para o lado mais sombrio da coisa ou para o lado mais exótico. Temos a parcela de fãs que tem sua preferência de estilos e também aqueles que abraçam todos os gêneros igualmente por entender que música é algo universal e no fim das contas o que vale mesmo é a análise da qualidade, como por exemplo, o Twisted Sister, que provou ao longo de sua história que importante é a música e a atitude certo? O fato é que o Trigger, um power trio oriundo de Salvador-BA, terra do famigerado axé, aposta no visual extravagante do Hard/Glam a la Poison do álbum “Look What The Cat Dragged In” (1986) para nos remeter ao glamour da década de 80 com todos os elementos que fizeram a cabeça daquela geração e com total competência. 

E não só no visual fica essa influência de Poison já que na música “Rythm of Love”, presente nesse EP de estreia da banda, temos um tema bem festeiro e típico na linha do grupo de Bret Michaels. A faixa começa com um riff bem pra cima e logo já cola aquele refrão com ‘backing vocals’ que faz você sair cantarolando por aí. Também temos a faixa “Don’t Stay Away” com uma introdução de piano que nos faz pensar ser uma balada, mas logo cede lugar para um andamento na linha de um Danger Danger com melodias bem legais e um solo inspirado de guitarra. Mas partindo do princípio, o EP abre com “Born Again” com um riff quase que Hard n’ Heavy cheio de energia e segue com “Satisfaction” no melhor estilo Slaughter.

Contendo essas 4 músicas que alegram qualquer fã de Hard/Glam, esse primeiro EP da banda foi gravado no estúdio Caverna do Som na própria Salvador-BA e mixado por Jonas Godoy no Linha Sonora Studios no Rio Grande Sul-RS, apresentando ótima qualidade. A banda que é formada por Gabriel Heiligen (vocals/guitars), Ícaro Bastos (bass/keyboards/backing vocals) e Ákillas Gomes (drums/backing vocals) está aí para mostrar que é possível manter esse espírito Hard/Glam ainda vivo mesmo aqui no Brasil e com uma identidade própria. E que venha o “full length” para a festa continuar rolando.

É festa Glam em Salvador!
3.5
12/04/2019

O apelo visual sempre norteia uma banda de rock, seja para o lado mais sombrio da coisa ou para o lado mais exótico. Temos a parcela de fãs que tem sua preferência de estilos e também aqueles que abraçam todos os gêneros igualmente por entender que música é algo universal e no fim das contas o que vale mesmo é a análise da qualidade, como por exemplo, o Twisted Sister, que provou ao longo de sua história que importante é a música e a atitude certo? O fato é que o Trigger, um power trio oriundo de Salvador-BA, terra do famigerado axé, aposta no visual extravagante do Hard/Glam a la Poison do álbum “Look What The Cat Dragged In” (1986) para nos remeter ao glamour da década de 80 com todos os elementos que fizeram a cabeça daquela geração e com total competência. 

E não só no visual fica essa influência de Poison já que na música “Rythm of Love”, presente nesse EP de estreia da banda, temos um tema bem festeiro e típico na linha do grupo de Bret Michaels. A faixa começa com um riff bem pra cima e logo já cola aquele refrão com ‘backing vocals’ que faz você sair cantarolando por aí. Também temos a faixa “Don’t Stay Away” com uma introdução de piano que nos faz pensar ser uma balada, mas logo cede lugar para um andamento na linha de um Danger Danger com melodias bem legais e um solo inspirado de guitarra. Mas partindo do princípio, o EP abre com “Born Again” com um riff quase que Hard n’ Heavy cheio de energia e segue com “Satisfaction” no melhor estilo Slaughter.

Contendo essas 4 músicas que alegram qualquer fã de Hard/Glam, esse primeiro EP da banda foi gravado no estúdio Caverna do Som na própria Salvador-BA e mixado por Jonas Godoy no Linha Sonora Studios no Rio Grande Sul-RS, apresentando ótima qualidade. A banda que é formada por Gabriel Heiligen (vocals/guitars), Ícaro Bastos (bass/keyboards/backing vocals) e Ákillas Gomes (drums/backing vocals) está aí para mostrar que é possível manter esse espírito Hard/Glam ainda vivo mesmo aqui no Brasil e com uma identidade própria. E que venha o “full length” para a festa continuar rolando.

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Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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