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Iron Maiden: Seus 10 grandes álbuns

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Por: Fábio Arthur

08/06/2021

Um dos ícones da música mundialmente falando, o Iron Maiden, trouxe discos necessários e de alto nível. Aqui, balanceando a discografia/carreira, vou citar dez trabalhos importantes do grupo, sem ordem de preferência.

A discografia passa por momentos bem fracos, mas mesmo assim, a banda conseguiu sempre elevar sua jornada com discos muito bons. 

01) Brave New World. Esse disco tem uma suma importância, devido ao retorno de Bruce e Smith. A banda elaborou elementos entre um Maiden mais moderno, progressivo e Metal ao mesmo tempo. A obra tem como referência um clássico da literatura e remete a banda entre ótimos riffs, melodias, letras e uma bateria poderosa de Nicko, voltando em sua melhor fase. Ouça: Blood Brothers, Ghost of Navigator e Dream of Mirros.
02) Killers. O segundo disco do grupo, bem pauleira, com nuances mais pesadas e trazendo um momento do qual o grupo tinha novo integrante em época - Smith -, e também transitava entre melodias, com sonoridade mais crua em faixas mais curtas, também. Ouça: Wrathchild, Murders in the Rue Morgue e Killers.
03) Powerslave. Obra que teceu a fase clássica da banda e gerou um ápice gigantesco para o grupo. Aqui, as guitarras são bem aprofundadas, e a voz de Bruce soa perfeita em todo trajeto; além de ser um álbum sem faixas mais brandas e sim rápidas mas, com andamentos alternados. Ouça: Rime of the Ancient Mariner, Aces High e Powerslave.
04) The X Factor. Disco que moldou o Maiden, trouxe um novo vocalista, elaborou nova fonte de produção e redirecionou a banda. O trabalho foge muito do passado do grupo, mas traz uma nova força em novos elementos. Ouça: Sign of the Cross, Lord of the Flies e Unbelivier.
05) Somewhere in Time. Trabalho que deixou os fãs um pouco desconfortável no lançamento, vide, diferenças entre melodias, guitarras, e estilos variados. No mais, hoje tido como clássico - que sempre considerei -, verte em um Heavy, progressivo e épico, trazendo novos estilos de compor. Ouça: Craught Somewhere in Time, Alexander the Great e Deja-Vu.
06) Book of the Souls. Um álbum bem evolutivo, com o acerto entre canções longas, mas que mantém o interesse e soam bem fortes na linha progressiva. Apresenta Bruce no piano e voz e remete a banda em um padrão acima, com tanto tempo de estrada.
07) Iron Maiden. O debute, de produção duvidosa, mas com o clima final de anos setenta e a semente do Heavy. Uma junção de faixas com tons fortes, melodias e a voz áspera e firme de Paul. Disco que marca um dos mais fortes dos anos 80. Ouça: Phantom of the Opera, Prowler e Running Free.
08) 7th Son. Um dos períodos de mutação mais fortes e que trouxe a banda em um novo caminho. Disco conceitual, dotado de teclados, com faixas, mesclando entre alongadas e revisitando o passado com fonte mais moderna de época. A banda acabou nessa fase por começar a vender seu catálogo todo, justamente por causa do sucesso desse trabalho. A mudança de voz de Dickinson foi um acontecimento natural, e mesmo assim aqui, a obra flui certeira. Ouça: Infinite Dreams, The Evil That Man Do e Moonchild.
09) Fear of the Dark. Uma certa volta para o Maiden, quase clássico, envolto em coisas mais desapegadas, deixando pelo menos metade do disco com bom gosto. Um trabalho de produção mais limpa, com faixas menos intrincadas e que na sua época tocou exaustivamente na MTV. O disco, soa como um Maiden, mas ele remete a banda entre um estilo menos calcado na fonte oitentista. Ouça: Fear of the Dark, Afraid to Shoot Strangers e Fear is the Key.
10) The Number of the Beast. Trouxe de fato o primeiro hit do grupo, e assim elevou padrões da banda. A troca de vocal foi perfeita e a banda alçou voo certeiro. Ouça: Run to the Hills, The Number of the Beast e 22 Acacia Avenue. Up The Irons!

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