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A história da música que nossos ancestrais não contavam: Os Capítulos Negros na história do Metal - Parte I

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Autor: Daniel alves Ribeiro

24/08/2020

A História da música extrema nunca contada.
Slayer: o processo por família de adolescente assassinada no ano de 95.

Eis que eu procurando matérias novas para publicação  me deparo com esta que é só o primeiro capítulo de outras que trarei aqui, pensar que até o Slayer foi usado como álibi por mais um grupo de adolescentes babacas fazerem M*****!

Em 1996 o SLAYER foi processado pela família de Elyse Pahler, que culpou a música e as letras da banda pelo assassinato de sua filha de 15 anos.

A garota foi morta em 1995, por três amigos, Jacob Delashmutt, Joseph Fiorella e Royce Casey. Os três assassinos, condenados, eram declarados fanáticos pelo Slayer, e segundo o processo, acreditavam que precisariam cometer um "sacrifício para o diabo", para que fosse dada a oportunidade de sua banda, Hatred, se profissionalizar.

A família disse que músicas como "PostMortem" e "Dead Skin Mask" deram aos assassinos todas as instruções, passo a passo, para "espionar, estuprar, torturar, matar e cometer atos de necrofilia" com a garota.

O processo buscou indenização monetária não especificada por parte da banda e de sua gravadora, além de restrições ao marketing de música 'violenta' para menores.

Em 2000 o processo foi finalmente julgado e a banda foi inocentada. A família da jovem tentaria ainda um segundo processo acusando a banda de distribuir material perigoso para menores, mas novamente perdeu.

Jacob Delashmutt, um dos assassinos, declarou em entrevista ao Washington Post: "A música é destrutiva, mas não foi isso o motivo de Elyse ter sido assassinada. Ela foi assassinada porque Joe Fiorella era obcecado por ela e obcecado por matá-la."

Os assassinos foram condenados a 25 anos de prisão. A história de Elyse Pahler inspirou o filme "Jennifer's Body" (Garota Infernal), de 2009.

A doença chamada "adolescência, muitas vezes nos leva a fazer inúmeras besteiras sem pensar nas consequências que elas nos trarão, mais a necessidade humana de viver novas experiências, viver perigosamente e desafiar nossos limites, muitas vezes pode nos levar a um caminho sem volta e usar a desculpa que foi influenciado por uma celebridade, música, filme, personagem ou qualquer outro tipo de expressão lírica, artística ou literária para fazer uma bobagem não faz de você mais inteligente, corajoso ou respeitado, pelo contrário apenas transformará você em um completo boçal condenado a carregar a pagar caro por seus erros.

Os textos publicados na página do 80 Minutos representam exclusivamente a opinião do autor


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